Notícia
Barry Ceminchuk ... processou o Presidente dos Estados Unidos e o Secretário
de Defesa por discriminação no emprego contra si e contra todos os homens
(1).
Introdução
Há empregos em que a mulher ganhou uma vantagem injusta sobre os homens.
Outros em que a mulher estava já em vantagem. E outros em que as feministas
forçaram e exacerbaram o estado de desigualdade existente. Três sectores
de emprego onde os homens estão em desvantagem são na polícia, nos modelos
e no desporto profissional. Porquê? Porque o homem é obrigado a competir
com a mulher em campos favoráveis às mulheres, e quando isto não acontece,
as mulheres conseguem um tratamento especial e preferencial.
O lema de que “As Mulheres Podem Fazer Qualquer Coisa”, muito popular
na Nova Zelândia, foi pensado para reclamar que as mulheres podem fazer
qualquer tarefa que os homens fazem. Na prática, isto tornou-se um dogma
que tem de ser provado, normalmente por aplicação de um duplo critério(2).
Assim, nas forças policiais, os homens têm que fazer provas físicas
cada vez em menos tempo que as mulheres (nos EUA isto é chamado a “normalização
sexual”).
É um voltar ao nosso ataque ao duplo critério? Sem dúvida. De acordo com
um artigo publicado no jornal Dominion, de Wellington, em 11
de Outubro de 1997, as mulheres não permanecem na polícia neozelandesa
o mesmo tempo que os homens, mas apenas 7 anos, em média, contra 17
anos para os homens. Deste modo o investimento na formação de uma mulher
polícia é um relativo desperdício de dinheiro dos contribuintes.
O mesmo duplo critério se aplica em outras áreas. Nos desportos profissionais,
o golfe colocou homens e mulheres em campos separados. No ténis profissional,
as mulheres pontuam nos “três melhores jogos”, enquanto os homens pontuam
nos “cinco melhores jogos”, para virtualmente o mesmo prémio em dinheiro.
É suposto o duplo critério ser sexista? Neste caso não, de acordo com
a professora de direito da Universidade de Michigan, Catharine MacKinnon:
“Porque é que uma mulher tem que ser igual a um homem para obter o que
um homem obtém simplesmente porque ele é homem?” (The
Seattle Times, March 6, 1992). Ela argumenta que o desempenho do local de trabalho é julgado por critérios
masculinos baseados em paradigmas masculinos e que isto conduz a discriminação
quando estes critérios são aplicados a mulheres. Deste modo os empregadores
não devem julgar as mulheres com base nestes critérios.
No mundo real este argumento é incoerente. Um emprego não é um direito.
Um emprego é um meio de prover recursos económicos para nós próprios,
para os nossos dependentes, e para a comunidade em geral. Os homens
ocidentais permitem que as mulheres façam parte da força laboral no
pressuposto de que elas são tão capazes como os homens. Pelo menos,
de acordo com a propaganda feminista são-no.
Se as feministas agora dizem que as mulheres não são, afinal, tão produtivas
quanto os homens, e por esta razão precisam de ser avaliadas por critérios
diferentes, então estão de facto a argumentar que as mulheres devem
voltar à cozinha! Pelo menos lá elas farão um serviço de alta utilidade
social pago pelo trabalho do homem, como foi hábito nas sociedades ocidentais.
Nenhuma economia é tão rica e tão robusta que se possa dar ao luxo de
dar prioridade a trabalhadores ineficientes quando estão disponíveis
outros mais eficientes.
Os lemas feministas de que “As mulheres podem fazer qualquer coisa”
e “as raparigas podem fazer qualquer coisa” são mentiras. Nunca são
aplicados com razoabilidade. Mas não são verdadeiramente entendidos
como uma verdade de facto. Na realidade, elas são estratagemas, propaganda
do tipo comum em países totalitários (por exemplo, países comunistas)
para vencer e conquistar a verdade, para tornar verdade uma coisa que
obviamente o não é, para vender a banha da cobra.
O principal objectivo das feministas nos anos recentes foi recrutar
mais mulheres em actividades pagas e tornar a vida delas agradável e
tão lucrativa quanto possível, não importando o preço que o homem tinha
que pagar por isso. As feministas pagaram adulações à noção de “igualdade”
e “imparcialidade” onde lhes parecia ser uma táctica interessante. Mas
não houve grupos de pressão masculinos que aderissem aos seus critérios.
Então, a menos que algum grupo feminista decida fazer alguma coisa,
ninguém ouve. E isto dá à mulher uma vantagem extremamente injusta.
Iguais oportunidades de emprego e acção afirmativa destroiem
o homem
Iguais oportunidades de emprego é um exemplo de política feminista no
local de trabalho, e esta política destrói a harmonia. Principalmente,
destrói o homem. E isto sem contar com os empregos que são roubados
a homens capazes para os desperdiçar em mulheres menos qualificadas
Isto pode ser difícil de provar, visto que dois candidatos para um dado
emprego podem ter diferenças educacionais e diferentes experiências
de vida o que torna fácil para um painel com umas necessidades específicas,
descobrir factores com implicações na decisão de admissão. Por exemplo,
eles podem dizer que a sua organização necessita de pessoas para o serviço
a clientes com experiência em trabalhar com crianças birrentas. Eles
podem considerar que esta experiência é mais importante à partida do
que conhecer em profundidade os seus produtos, serviços ou indústria.
Mas continuamos a necessitar de exemplos onde esta tendenciosidade seja
óbvia. Infelizmente, não precisamos de ir mais longe do que ao exemplo
dos testes físicos da polícia, onde é claro como cristal que há aplicação
de critérios diferentes às mulheres e aos homens com o propósito expresso
de normalização sexual.
O governo da Nova Zelândia estabeleceu como objectivo que as forças policiais
deveriam ter 25% de mulheres. Para atingir este objectivo, tiveram que
baixar mais os critérios para os candidatos femininos do que para os
masculinos. A justificação oficial para esta acção política é que as
mulheres trazem qualidades especiais que faltam aos homens. Mas este
é um argumento sexista.
As feministas têm afirmado inflexivelmente que “as mulheres podem fazer
qualquer coisa” e os homens, como sexo, não podem ser considerados mais
aptos que as mulheres para determinados empregos em particular. Então
porquê dizer, que as mulheres, como sexo, são mais desejáveis para determinados
empregos em particular? Este é um exemplo espantoso de como as feministas
empregam critérios sexistas para avançar nos seus objectivos, e de como
isto vai contra tudo o que dizem defender. Se um emprego exige que os
homens atinjam certos critérios físicos, então deve ser exigido que
todos os candidatos atinjam os mesmos critérios. Se uma mulher pode
atingir estes critérios, sob o princípio de igualdade de oportunidades
no emprego ela deve merecer a mesma consideração que qualquer outro
candidato masculino igualmente qualificado. Mas isto é diferente de
estabelecer prioridades diferentes para um dos sexos.
O lema “as mulheres podem fazer qualquer coisa” significa que as mulheres
podem fazer qualquer coisa que os homens façam. Mas não podem. Por exemplo,
mulheres e homens continuam a ser segregados em muitas actividades desportivas
porque apesar toda a demagogia sobre as mulheres terem maior resistência
que os homens e terem maior resistência por unidade de peso que os homens,
os homens quase sempre superam as atletas femininas. O seu lema é uma
mentira. E esta mentira formou a base para a bem sucedida campanha feminista
que colocou as mulheres a fazerem coisas que tradicionalmente não faziam.
As mulheres não podem fazer tudo tão bem como os homens
Quando as mulheres ficam grávidas ou durante a menstruação ou menopausa,
fases que não têm equivalente masculinas precisas, tendem a funcionar
intelectualmente abaixo da média (ver artigos de investigação médica:
Buckwalter JG; Stanczyk FZ; McCleary CA; Bluestein BW; Buckwalter DK;
Rankin KP; Chang L; Goodwin TM (1998) and Keenan PA; Yaldoo DT; Stress
ME; Fuerst DR; Ginsburg KA (1998)). Certamente não podem suportar o
tipo de actividade física exigidos por alguns empregos. E as mulheres
grávidas ficam de licença. Elas podem voltar, e em muitos sistemas judiciais
os empregadores são obrigados a manter os seus postos, mas enquanto
estão fora os seus colegas têm que suportar trabalho e responsabilidades
extras, e depois reintegrá-las no serviço quando regressam. Deste modo,
as mulheres podem custar mais e produzir menos que os homens.
Além disso, a mentira feminista coloca a população (principalmente os
homens) sob risco quando permite que as mulheres ocupem posições para
as quais são fisicamente incompetentes. Sempre que agentes da polícia
femininos e masculinos fazem uma patrulha juntos, foi negado um emprego
a um homem. A mentira deu o emprego a uma mulher cujo desempenho nos
testes físicos é inferior à deste homem. Então quando estes dois polícias
patrulham juntos, o homem é por vezes forçado a proteger a mulher porque
ela não se consegue proteger a si própria. Isto aconteceu recentemente
em Wellington, na Nova Zelândia. Dois polícias desarmados foram lesados
num ataque, o homem mais gravemente que a mulher. Empregar mulheres
como bombeiras é também um risco para a população. As pessoas podem
morrer apenas porque às mulheres falta força na parte superior do corpo
para transportar pessoas pesadas e inconscientes para fora de um edifício
em chamas, por si próprias. No passado, se dois bombeiros entravam num
edifício em chamas e viam duas pessoas inconscientes, estas duas pessoas
seriam carregadas ou arrastadas para fora. Agora, se entram um homem
e uma mulher bombeiros num edifício em chamas e descobrem duas pessoas
inconscientes, uma destas vítimas pode morrer, a não ser que o homem
possa voltar a tempo de salvar a segunda!
A lógica deste cenário fala por si só. Empregar mulheres nestas profissões
pode significar perda de vidas humanas. Nem todos os empregos exigem
este tipo de força, mas o que exigem? Políticas de oportunidades iguais
de emprego para mulheres e homens são o resultado de uma relativamente
recente vaga de mulheres na força laboral. Esta vaga, por seu turno,
foi o resultado de:
1. uma crescente
mecanização do local de trabalho, o que reduziu a importância da força
física;
2. uma vulgarização dos electrodomésticos, o que permitiu à mulher ter
maior tempo livre;
3. uma disponibilidade de métodos convenientes e seguros de controlo
de nascimentos, que deu o mesmo resultado;
4. pressão das feministas, que convenceram gerações de mulheres ocidentais
de que é mais nobre trabalhar em funções remuneradas do que ser dona-de-casa.
Consequentemente, as feministas ditaram em grande parte as linhas ao
longo das quais as políticas da igualdade de oportunidades no emprego
se implementaram. Elas exigiram que empregos masculinos ou predominantemente
masculinos se adaptassem para se tornarem mais fáceis de modo a poderem
dar entrada a mulheres que queriam trabalhar ao lado dos homens. Além
disso, elas não se interessam com as políticas que os homens podem precisar
para os ajudar a trabalhar com todas estas mulheres! As únicas políticas
que lhe interessam são aquelas que forçam os homens a tornarem o trabalho
e o local de trabalho mais fácil para as mulheres.
O manual da comissão neozelandesa de direitos humanos para a igualdade
de oportunidades no emprego define “igualdade de oportunidades no emprego”
como:
Um conjunto de acções sistemático e orientado, dirigido no sentido da
identificação e eliminação de barreiras discriminatórias que causem
ou perpetuem desigualdade de emprego de qualquer pessoa ou grupo de
pessoas.
Visto superficialmente, isto parece aplicar-se a “qualquer pessoa ou
grupo de pessoas” sem tendencionismos, incluindo os homens. Há três
áreas sociais, no entanto, onde o homem é discriminado por estas barreiras.
E a comissão importa-se com isso? Não.
Os homens
não estão incluídos nos grupos para os quais as ditas acções estão orientadas,
isto é, não pertencem a nenhuma minoria étnica, e não são alvo de consideração
especial neste manual.
Por outras
palavras, os homens não contam. De facto de acordo com algumas das principais
escritoras feministas de charneira, tais como Andrea Dworkin and Marilyn
French, os homens são criminosos de guerra. Deste modo, tais políticas
vão reparar crimes de guerra. Mas mesmo os criminosos de guerra têm
mais direitos que os homens a este respeito – pelo menos os seus filhos
não são punidos pelos seus crimes. Nascer do sexo masculino, por inocente
que seja como indivíduo, é suficiente para ser punido. Por outras palavras,
nasce-se numa classe especial, com mais direitos que um escravo, mas
menos que um criminoso.
As mulheres podem estar sujeitas a discriminação no emprego em modos
que os homens não estão, mas a sociedade discrimina os homens doutras
formas. Se tradicionalmente as expectativas dos empregadores em relação
às mulheres são fracas e dão-lhes poucas oportunidades, as maiores oportunidades
para os homens são acompanhadas de maiores exigências. Tradicionalmente,
os empregadores esperam dos homens uma disponibilidade total, para trabalhar
fora do horário de trabalho, e para trabalhar em condições precárias
de segurança. E embora as condições melhorem quantas mais mulheres forem
admitidas no local de trabalho, as exigências a que os homens estão
sujeitos mudaram apenas na medida em que não for suportável o duplo
critério, enquanto as exigências para as mulheres vão baixando.
Além disso, esta discriminação é agravada pela legislação dos direitos
humanos que raramente é escrita a pensar nos homens, e o exagero cavalheiresco
aplica um duplo critério sexista que favorece na maioria dos casos as
mulheres. Por exemplo, eu trabalhei num local onde prevaleciam mulheres
quando o director adoptou um programa anti-assédio sexual. Este programa
foi projectado por uma comissão liderada por uma feminista exacerbada
da direcção. Este programa dava exemplos de “assédio sexual”, que incluíam
“olhar para as mini-saias e para os decotes”. Obviamente que isto se
dirigia as ofensores masculinos ou lésbicas.
Imediatamente, duas feministas de meia idade que considerava sem atractivos
começaram a curvar-se de modo exporem-me os soutiens e os seios (visto
que eu era conhecido como activista anti-feminista). Considerei isto
assédio sexual, mas o programa anti-assédio sexual considerou que eu
é que as estava a assediar sexualmente a menos que eu desviasse instantaneamente
os olhos! Deste modo dirigi-me ao único membro pró-masculino da comissão
e reclamei, após o que ele conseguiu que se emendasse o texto de modo
a não fazer referência a atitudes específicas ou exemplos. Estou certo
de que nenhuma outra pessoa pensaria ou teria ousado levantar um dedo
para mudar este programa anti-masculino.
Inaginação versus realidade
Toda a propaganda sobre oportunidades de emprego iguais tem pressionado
organizações para contratarem e promoverem mulheres apenas com o fim
de contratarem e promoverem mulheres. Estas organizações preocupam-se
com a sua imagem. As mulheres despendem muito mais dinheiro em consumo
do que o homem, o que lhes dá poder sobre empresas de roupas e publicitárias.
No artigo Sonho de um dia de Trabalho, (na internet em www.geocities.com/CapitolHill/6708/199enslt.html#Dream),
o autor escreve:
Com uma
hora para desfrutar o intervalo de almoço, casualmente dei uma volta
nos corredores do centro comercial brilhantemente iluminados. À medida
que ia olhando à minha volta, dava-me conta de que poderia perfeitamente
passar o resto da minha vida sem precisar de 95% dos artigos à venda
neste local. No entanto, em todos os lados que vi eram principalmente
mulheres a tirar coisas das prateleiras, em cima, em baixo, à esquerda,
à direita e ao centro.
Os homens devem ser acusados quando dão emprego a mulheres que não são
seleccionadas com base no seu mérito, mas apenas porque são mulheres.
Isto é uma séria discriminação sexual.
Em Junho de 1994, o pessoal masculino do Instituto Politécnico Aberto
da Nova Zelândia formou uma rede masculina. O seu objectivo era combater
os efeitos da limpeza sexual da política de oportunidades iguais no
emprego praticada pela directora da instituição. Tom Dowling, coordenador
desta rede, disse que nunca tinha pensado seriamente na discriminação
contra os homens ou contra os direitos dos homens até se tornar óbvio
que os homens estavam a ser removidos para dar lugar às mulheres. Eu
entrevistei-o num programa da rádio local de Wellington sobre direitos
dos homens. Disse-me que foi num encontro informal ao café da manhã
que o assunto se lhe tornou óbvio a si e aos seus colegas. O Politécnico
Aberto está parado a meio de um processo de reestruturação, o quinto
em quatro anos. As demissões deste processo foram o tópico da conversa
ao café.
O que lhes chamou a atenção para os direitos dos homens foi que 79 das
80 pessoas que tinham sido despedidas eram homens! Além disso notaram
que 48 das 52 que estavam em vias de serem despedidas eram homens. “Não
surpreende que, como homens, achamos isto um bocado desconcertante”,
disse Dowling. Quatro anos antes, quando a directora substituío o director
anterior, o Politécnico Aberto empregava poucas mulheres. Apenas 20%
do pessoal, o que se pode pensar que os assuntos eram principalmente
controlados por homens. Agora, de acordo com Dowling, a última reestruturação
tornaria os homens uma minoria no instituto. A maioria das posições
de chefia estavam a cargo de mulheres, ou estavam em vias de o ser.
Como os homens estavam em vias de constituírem a minoria do pessoal,
a rede de homens decidiu apelar aos privilégios de que as mulheres desfrutaram
longamente sob o programa e oportunidades iguais de trabalho do Politécnico
Aberto.
A rede de mulheres tinham um placar para seu uso exclusivo. Agora a
rede de homens reclamou o direito ao seu uso. Dowling referiu que a
ideia de uma rede de homens foi em grande parte uma brincadeira quando
começou. Mas tornou-se mais sério à medida que os membros começaram
escavar mais profundamente na actuação da Igualdade de Oportunidades
no Emprego. Tiveram conhecimento que grupos com estatuto oficial na
política de Igualdade de Oportunidades no Emprego tinham reuniões mensais.
Estas reuniões eram parte em horário de trabalho. Como o campo do Politécnico
Aberto estava localizado em vários locais, este pagava viagens de táxi
aos membros que tinham que se deslocar, para atenderem a estas reuniões.
Obviamente, estes fundos vinham da mesma fonte que vinha antes os salários
dos trabalhadores que foram despedidos. Estes fundos, bastante elevados,
eram por vezes usados com fins dúbios. Por exemplo, em Maio de 1994
a reunião da rede de mulheres foi feita com o propósito de ver diapositivos
de África fornecidos por uma agência de viagens. E em 1993 o programa
Igualdade de Oportunidades no Emprego do Politécnico Aberto fundou um
festival gastronómico de etnias.
A questão dos sanitários foi outra polémica. Isto é particularmente
interessante visto que uma das feministas mais radicais do Parlamento
da Nova Zelândia, Marilyn Waring, fez um grande alarido com a falta
de sanitários femininos nos edifícios do parlamento. No piso do campo
secundário do instituto onde Dowling trabalhava, os únicos sanitários
eram femininos, apesar das mulheres estarem em minoria neste piso. O
homens tinham que descer ao piso de baixo, que estava arrendado a outra
organização, para usarem os sanitários masculinos. Para cúmulo da humilhação,
os sanitários masculinos eram malcheirosos e do tipo sanitários públicos,
enquanto os sanitários femininos era aveludados, perfumados e com extracção
de ar. A situação relativamente aos sanitários era semelhante em outros
edifícios do Politécnico. Quando os empregadores discriminam os homens
de vários modos, raramente se consegue alguma publicidade ou acção.
Estatísticas Falsas
O vigor com o qual algumas políticas de engenharia social, como a Igualdade
de Oportunidades no Emprego, estão implementadas está frequentemente
ligado à severidade do assunto. E são os estudiosas feministas, que
na sua maioria, produzem estatísticas com o propósito de mostrar quão
graves são estes problemas. Deste modo, estas políticas, são frequentemente
baseadas em estatísticas distorcidas. Um relatório oficial do governo,
por exemplo, refere:
Houve
pouco progresso na igualdade sexual nas escolas nos últimos três anos
.... Menos mulheres que homens conseguiram posições de relevo, particularmente
em escolas primárias. Além disso, elas receberam, em média, salários
mais baixos que os seus colegas masculinos em igualdade de posições
ou com as mesmas qualificações(3).
Esta passagem foi obviamente planeada por duas autoras para criar a impressão
de que havia aqui um problema que precisava de ser resolvido. O folheto
foi divulgado com palavras como “desequilíbrio”, “sub-representação”
e por aí fora. No entanto, o folheto não teve em conta, ou nem sequer
mencionou, o tempo de serviço! As tabelas salariais dos professores,
na Nova Zelândia, são baseadas num sistema de antiguidade a partir de
um ponto inicial determinado pelas qualificações.
Próximo do fim, o folheto não mencionou quanto as mulheres, mais que
os homens, deixam o serviço (temporária ou permanentemente), e é óbvio
que o nascimento e o cuidado das crianças devem estar entre as razões.
Além de que o folheto não investiga nem menciona qualquer razão porque
as mulheres têm salários mais baixos que os homens com as mesmas qualificações
o que não apoia a sua pretensão de tendenciosidade sexual. Porque elas
têm carreiras mais curtas, não progridem da mesma maneira na tabela
salarial, e estão menos aptas a apelar ou ser-lhes dadas promoções.
A razão é óbvia, embora não possa constar nas diferenças estatísticas
entre os salários das mulheres e dos homens no ensino. O folheto transmite,
intencionalmente, uma impressão errada, e as autoras devem ter sido
incompetentes ou intencionalmente fraudulentas. E as nossas autoridades
importam-se? Escrevi ao Ministro da Educação sobre isto e a resposta
do responsável do gabinete do Ministro nem contraria isto nem se desculpa
pelo engano:
Infelizmente,
os dados sobre o tempo de serviço não estavam disponíveis quando o relatório
foi preparado. Embora conhecendo a relevância deste factor em algumas
das questões discutidas, a sua ausência não invalida o material que
foi incluído. Por exemplo, se a posição é parcialmente determinada por
anos de serviço, então a análise do salário por designação também reflecte
o tempo de serviço ao longo do qual pessoa está a ensinar.
Eles simplesmente não se importam. Enquanto não houver investigação
masculinista que equilibre a tendenciosidade das investigações feministas,
este tipo de distorção continuará imutável e implicará medidas administrativas
que fazem discriminação contra o homem.
Os homens ganham mais dinheiro que as mulheres e trabalham para isso,
mas as mulheres controlam mais de 65% da riqueza pessoal nos EUA e despendem
em consumo próprio quatro vezes o que despendem os homens. Isto significa
que a riqueza pessoal é controlada principalmente pelas mulheres, porque
as mulheres têm uma vida mais longa que os homens e herdam as suas riquezas
na altura da vida em que eles são mais ricos. As mulheres recebem ainda
dinheiro dos homens através de pensões de alimentos e pensões de alimentos
a crianças. Receitas estas que não são obrigadas a declarar para pagamento
de impostos.
Assédio sexual
Os regulamentos relativos ao assédio sexual são outro exemplo de regras
parciais instigadas por feministas, que são incompletas tendo em atenção
as necessidades ou direitos dos homens. Em alguns casos, estas parecem
ter sido idealizadas por lésbicas que, de todo, preferem não ter nada
a ver com homens! São geralmente os homens que tomam a iniciativa nos
relacionamentos sexuais, com todos os concomitantes riscos de rejeição.
Isto significa que os homens, no geral, devem ser mais abertos nos desejos
sexuais ou terminarem solteiros, celibatários ou solitários. As mulheres
heterossexuais, em geral, tendem a ser mais passivas e são menos abertas
quanto aos seus desejos sexuais visto que podem insinuar-se e esperar
até que o homem tome a iniciativa.
Deste modo, os regulamentos sobre assédio sexual, porque punem comportamentos
sexuais naturais masculinos enquanto recompensam a passividade natural
feminina, são opressores dos homens. Homens que, por agirem naturalmente,
podem agora ficar com as suas carreiras prejudicadas, enquanto as mulheres,
por agirem naturalmente, são definidas neste contexto como empregadas
modelo. As mulheres podem, e fazem-no, assediar sexualmente os homens
(eu já fui testemunha disto), mas é basicamente uma ofensa à espera
que o homem a cometa.
Os regulamentos relativos a assédio sexual podem ter tendência anti-masculina,
como eu já mencionei. As políticas, por exemplo, que restringem os “olhares
por baixo das saias ou por cima das saias, etc.” como forma de assédio
sexual, não colocam restrições aos modos de vestir das mulheres que
usam grandes decotes ou permitam a observação de grande parte das pernas
ou mesmo da roupa interior, dependendo da posição em que se encontra
a mulher. Isto torna as mulheres oficialmente inocentes enquanto força
os homens a desviar os olhos ou correrem o risco de serem automaticamente
culpados de assédio sexual.
Na América, a Associação Nacional de Estudantes pôs um anúncio da edição
de Março de 1994 da American Spectator publicando a sua
política sobre assédio sexual e liberdade académica. Dois dos mais importantes
pontos que a constituem são:
1. As instituições deverão definir com precisão o que entendem por assédio
sexual, confinando-o a comportamentos que sejam manifestamente sexuais
e que violem claramente os direitos dos outros;
2. As instituições deverão punir todos aqueles que de má fé apresentem
falsas acusações de assédio.
Este objectivo torna mais difícil às mulheres, em particular, transformar
um acidente trivial numa reclamação de assédio sexual, e torna mais
difícil usar alegações de assédio sexual como meio de acusar pessoas
das quais não se tenha boa opinião. Mas muitas instituições estão demasiado
intimidadas pelo lóbi feminista e seus advogados para implementarem
uma política razoável. É melhor deixar imolar homens inocentes do que
arriscar-se a um dispendioso processo de tribunal com todos os consequentes
danos na reputação. Mais uma vez se prova que os homens estão oprimidos.
Segregação no desporto
Onde está o lema “As Mulheres Podem Fazer Qualquer Coisa” em desportos
profissionais tais como o ténis? As mulheres, em desportos profissionais
ou semiprofissionais, recebem mais dinheiro em prémios e publicidade
que os homens para níveis equivalentes de desempenho. Por exemplo, em
competições mistas os meios de comunicação e o júri dão mais atenção
ao homem vencedor, e talvez ao segundo ou terceiro que passa a linha
da meta, e depois às primeiras mulheres, mesmo que estas mulheres cheguem
depois de dúzias de homens. Não só se discriminam os homens que chegam
primeiro, como a comparação dos tempos do primeiro homem e da primeira
mulher são por vezes censurados. Será para esconder o facto de que as
mulheres não podem fazer qualquer coisa que o homem pode?
Em Outubro de 1993, houve um prova constituída por uma combinação de corrida
com bicicleta de montanha em Dunedin, Nova Zelândia. Entraram na competição
homens e mulheres, mas foi dado 20 minutos de avanço às mulheres. Como
um dos homens da frente não foi pontuado, isto foi altamente sexista.
A mulher que beneficiou de avanço e chegou em primeiro, deveria receber
exactamente o mesmo prémio que o vencedor dos homens apesar do seu atraso
de 20 minutos.
Se as mulheres que estão abaixo dos homens em certos desportos têm o mesmo
nível de publicidade e patrocínio, então também o deverão ter o melhor
dos juniores quer seja rapaz ou rapariga, o melhor dos deficientes quer
seja homem ou mulher, o melhor dos idosos, etc.. Onde quer que haja
segregação sexual as feministas reclamam, chamam-lhe “sexista” e apelam
à sua abolição. Mas em competição aberta com os homens, onde as atletas
femininas poderão mostrar o que valem, as feministas mudam de opinião
Casos semelhantes ocorrem noutros desportos, como o ténis e o golfe, como
refere Bertels(1981). As tenistas profissionais jogam três jogos enquanto
os seus colegas jogam cinco. O desempenho de uma tenista é mais baixo
em comparação com um seu colega masculino, no entanto as tenistas femininas
raramente perdem a oportunidade de reclamar honorários iguais aos dos
homens! No golfe, o tee das mulheres é mais próximo do green
que o dos homens, apesar de ser óbvia a desigualdade. Também aqui, ainda
nenhuma feminista reclamou, mas são capazes de reclamar igual prémio.
Será que deverão receber prémio igual aos dos homens? Thomas (Not Guilty:
In Defence of the Modern Man, London, Weidenfeld and Nicholson,
1993) também refere que em Wimbledon, o prémio feminino é cerca de 10%
do prémio masculino. Algumas jogadoras, como Monica Seles, quiseram
100% de paridade no prémio. Alguns anos atrás o jogador Pat Cash disse
que as mulheres não só não eram tão boas em ténis como os homens (e
nenhuma mulher o negou ou tentou refutar), como também não se esforçavam
tanto para receber o prémio.
Quem está certo?
Barbara Potter, uma comentadora de rádio da BBC e antes jogadora profissional
de ténis, calcula que apenas 50% das jogadoras profissionais de ténis
estão realizadas. Os homens sentem-se mais realizados, visto que competem
em circuitos mais competitivos. Quando a jogadora Steffi Graf ganhou
o campeonato de Wimbledon em 1991, teve que jogar 128 jogos para ganhar
um prémio de 216000 libras. Michael Stich, campeão no mesmo ano, teve
que jogar 257 jogos para o seu prémio de 240000 libras. Isto dá 933,85
libras por jogo para o Michael e quase o dobro para a Steffi. Com base
no pagamento por jogo, não há nada a reclamar.
Também de acordo com Thomas (Not Guilty: In Defence of the Modern Man,
London, Weidenfeld and Nicholson, 1993) não podem pedir prémios iguais
com base nas receitas que geraram. Na televisão britânica, por exemplo,
a BBC teve 8,1 milhões de espectadores na final masculina em Wimbledon
e apenas 7,1 milhões na mesma final feminina. Os preços dos bilhetes
no mercado negro para este campeonato foi 650-900 libras para a final
masculina e apenas 300-450 para a final feminina.
De onde provém o dinheiro pago às tenistas femininas? Da mesma fonte que
paga aos homens. Mas as jogadoras são mais bem pagas que os homens em
relação às receitas que geram. Se os jogadores(as) fossem pagos(as)
na proporção do seu valor económico, então os jogadores masculinos deveriam
ganhar mais porque geram receitas superiores. Então os jogadores masculinos
estão a subsidiar as suas colegas femininas. Não é isto um duplo critério
sexista? Dois sistemas separados e desiguais, um para as privilegiadas
mulheres e outro para os burros-de-carga dos homens? Mas onde estão
as feministas que pedem honorários iguais para trabalho igual?
Visto que as feministas são a favor da Igualdade de Oportunidades no
Emprego e se opõem a clubes de homens separados, o sistema de segregação
sexual em todos os desportos deverá ser abolido. Isto é, as jogadoras
deverão jogar na mesma competição que os homens e para prémios iguais.
A alternativa é continuar com a hipocrisia feminista, ou permitir que
haja segregação sexual em algumas áreas sociais e desportivas através
de legislação, com os homens a receberem honorários substancialmente
maiores de acordo com as diferenças de critério.
É altamente injusto, quer para os homens quer para as mulheres, serem
tratados igualmente no emprego apenas quando isto interessa às mulheres!
Devemos opor-nos activamente a isto, porque as feministas estão a reclamar
mais deste tratamento “igual” (dinheiro e cobertura na comunicação social)
em todas as áreas.
Critérios duplos
As políticas de recrutamento policial discriminam os homens. O meu exemplo
é o da polícia neozelandesa, mas estou certo de que esta discriminação
é normal na maioria dos países ocidentais. Já não há um requisito de
altura mínima no recrutamento para a polícia na Nova Zelândia, mas era
usual haver. Perguntei nos quartéis de polícia porque é que este requisito
tinha sido eliminado, e a sua resposta foi esclarecedora. “È um facto
bem conhecido”, disseram eles, que os homens, são em média mais altos
que as mulheres. Deste modo, argumentaram, isto conduziria a uma discriminação
das mulheres em relação aos homens se se estabelecesse a mesma altura
mínima para os homens e para as mulheres.
Quando são anunciados empregos de perfil feminista (no Ministério dos
Assuntos das Mulheres, ou funções na comissão de Igualdade de Oportunidades
no Emprego, etc.) um dos critérios é normalmente “ter interesse por
assuntos de igualdade sexual”, ou outra frase deste tipo. Proporcionalmente,
mais mulheres do que homens, obedecem a este critério, mas ainda ninguém
disse que o Ministério deveria baixar os critérios de selecção neste
assunto para os homens, para se ser proporcionalmente justo. Eis outro
(se bem que extremo) exemplo: É também “um facto bem conhecido” que
é mais difícil para uma mulher, ou mesmo para um grupo de mulheres,
violar um homem do que para um homem, ou grupo de homens violar uma
mulher. Alguém já argumentou que as penas para homens que violam mulheres
deveriam ser baixadas para serem proporcionalmente justas para os homens?
O objectivo da polícia é efectuar um trabalho, que não se rege pelos
ditames das feministas. Será que um criminoso (não obstante as fantasias
feministas mostradas na televisão) deixa de cometer um crime violento
quando depara com uma pequena, e provavelmente fraca, mulher polícia?
Ficará esse criminoso intimidado pela lógica feminista da proporcionalidade?
Porque é que os contribuintes têm que pagar para terem ruas mais inseguras
devido a manipulações políticas da insolência feminista?
E sobre duplos critérios étnicos? Se temos critérios duplos para homens
e mulheres, então logicamente deveríamos ter critérios diferentes para
grupos étnicos ou outros cujas características físicas médias, diferissem
da média da população em geral. Visto que alguns grupos étnicos, tais
como os geralmente fortes samoanos, devem ter uma “vantagem injusta”
sobre os outros grupos étnicos, tais como os geralmente mais delicados
leste asiáticos, deveria aplicar-se-lhes um critério mais exigente.
Mas tomemos a distorcida lógica feminista e apliquemo-la aos deficientes.
Se temos critérios diferentes para homens e mulheres, então deveremos
ter critérios diferentes para deficientes físicos ou intelectuais, que
deverão também poder aspirar a serem agentes da polícia.
Escrevi ao Ministério da Polícia e obtive uma cópia dos seus antigos
e modernos critérios de recrutamento. Não podia acreditar nos meus olhos!
A versão de 1990 tinha explicitamente critérios diferentes para homens
e mulheres, em que os homens de todas as idades tinham menos tempo para
efectuar exercícios físicos que as mulheres em idades comparáveis. Mas
em 1993 foi feita uma revisão destes critérios, em que dizia que “os
testes anteriores tinham requisitos diferentes para os homens e para
as mulheres o que não seria mais aceite.” Então mudaram o processo de
selecção. De maneira mais justa, do que possamos pensar. Mas os novos
regulamentos também tinham critérios diferentes para os homens e para
as mulheres! Tudo o que de facto mudou foi o sistema de classificações
que foram convertidos em graus de 0 a 3. A formula de conversão era
diferente para os homens e para as mulheres.
Deste modo um homem e uma mulher poderiam ambos atingir a classificação
máxima para o salto em altura, por exemplo, mas o homem tinha que atingir
os 48cm ou mais enquanto à mulher bastava-lhe 40cm, e o mesmo para as
outras várias actividades.
Obviamente, que tinham os seus advogados a criar um modo de manter o
duplo critério sem que houvesse contradição com a nova legislação de
Direitos Humanos! Pensemos em todos os candidatos masculinos que foram
excluídos embora tenham revelado um melhor desempenho que as mulheres
que foram aceites. Esqueça os homens, pense em si ou nos seus familiares
sujeitos a uma menor segurança porque não se recrutaram os melhores
candidatos à polícia.
Outro locais discriminam os homens no acesso ao emprego, especialmente
organizações de domínio feminino, como por exemplo, empresas de cosméticos.
Um exemplo deste tipo de discriminação pode ser encontrado no portal
www.geocities.com/peterzohrab.
Trabalho doméstico
A proposta de que às mulheres deve ser pago salário pelo trabalho doméstico
é outro meio pelo qual as feministas estão a tentar extrair dinheiro
aos homens. Se as mulheres não puderem ter um trabalho assalariado,
então os contribuintes devem pagar-lhes para ficarem em casa! Numa entrevista
de rádio uma representante do Ministério Neozelandês dos Assuntos das
Mulheres referiu que o Ministério opôs-se a salários para trabalho doméstico
e educação de crianças e quis continuar com o sistema de impostos que
favorece os casais que trabalham em vez de famílias de um só salário.
Porquê? Simplesmente porque achariam injusto que mulheres que trabalhavam
estivessem a pagar a outras para ficar em casa!
Há aqui um óbvio juízo de valor feminista: encorajar ambos os pais a ter
emprego é mais importante para elas que o trabalho doméstico e cuidar
da família. O que a representante do Ministério não disse foi que tendo
mais esposas em casa a cuidar das crianças deverá diminuir a força do
lóbi das mulheres trabalhadoras, que é o suporte do movimento feminista.
Esta é a verdadeira razão porque algumas feministas se opõem a um salário
para as donas de casa, e a razão porque alguns partidos conservadores
cristãos estão a seu favor. Os empregadores, no entanto, podem ter vários
motivos para atenderem às pretensões feministas, as mulheres podem não
se importar de trabalhar por menos que os homens, e tendo mais mulheres
ao lado dos homens aumenta no trabalho, aumenta o rendimento familiar
e baixa os salários.
Além disso, os impostos sobre o trabalho em vários países ocidentais são
estruturados de acordo com os interesses feministas. Uma pessoa que
na Nova Zelândia ganhe, digamos, 40000 dólares, paga mais imposto que
um casal que no total receba os mesmos 40000 dólares. Por outras palavras,
a família deixou de ser uma unidade fiscal, sendo indiferente o número
de dependentes para o cálculo do imposto a pagar. Isto contribui ainda
para o crescente aparecimento de famílias monoparentais. E a Nova Zelândia
não é o único país que vai neste caminho. Os impostos de alguns países
desencorajam activamente o casamento e com isso contribuem para o desaparecimento
das tradicionais famílias biparentais.
Porque quererão elas fazer isto? Porque tal como o comunismo chinês de
Mao, as feministas vêm a família como uma estrutura de poder rival que
deve ser enfraquecida ou destruída. As feministas adoptaram esta prática
nos países ocidentais, e estão continuamente a reestruturar a sociedade
centrando-a na mulher trabalhadora (com ou sem companheiro, e com ou
sem crianças). Por exemplo, um artigo de Barbara Andolsen, “O trabalho
de uma mulher nunca está feito” (1985), trata do assunto das donas de
casa quando ambos marido e esposa trabalham, mas a esposa continua a
fazer a maioria do trabalho doméstico. Ela argumenta que a justiça reclama
que homens e mulheres nestas famílias devem partilhar igualmente o trabalho
doméstico:
Em 1983,
52% das esposas eram trabalhadoras assalariadas. Quase dois terços de
todas as mulheres com crianças com idades entre seis e dezassete anos
eram trabalhadoras assalariadas. 50% das mães com crianças com menos
de seis anos trabalhavam fora de casa - um aumento de 17% numa década.
Mais de três quartos de todas as mães trabalhavam. As famílias americanas
nas quais o salário do marido sustentava a família, e em que a esposa
provavelmente se dedicava à casa, estão agora a diminuir (página 4).
O mesmo período pode provocar o aparecimento de um estudioso masculinista
com outro argumento baseado em estatísticas: Um aumento de vendas de
livros de feministas, um aumento da taxa de divórcio, um aumento na
taxa de delinquência, um aumento na taxa de toxicodependência, e um
aumento na taxa de criminalidade. Podemos especular sobre o aumento
do número de livras feministas (juntamente com a melhoria dos métodos
de controlo da natalidade) persuadiram cada vez mais mulheres casadas
a juntar-se à força laboral e deixar os seus maridos (não necessariamente
por esta ordem). O crescente número de famílias de dois salários e de
famílias monoparentais conduziu ao aumento da delinquência, toxicodependência,
e criminalidade entre as crianças negligenciadas. A revista New
Scientist de 20 de Fevereiro de 1999 refere que Bernard Lerer
e os seus colegas descobriram que as crianças cujos pais se separavam
são mais propensas a ter problemas psiquiátricos na vida futura.
O feminismo desestabilizou a família tradicional, e incentivou muitas
mulheres a sentirem-se insatisfeitas (ou a serem induzidas em insatisfação)
com a família nuclear, onde o marido era o único assalariado e também
o titular do cargo de “chefe de família”. Os maridos, ou potenciais
maridos, têm ou que se conformar com a mudança de papel na família ou
optar pelo celibato ou separação (caso já estejam envolvidos numa relação).
O feminismo (particularmente o feminismo radical) também romanticisado
“independência financeira e emocional em relação ao homem” é um ideal
ao qual toda a mulher deve aspirar.
De facto parece que os casais trabalhadores não partilham igualmente
o trabalho doméstico: os maridos trabalhadores, com esposas trabalhadoras,
apenas fazem, em média, até 25% do que Andolsen chama as “mais agradáveis”
tarefas domésticas, tais como cuidados sociais e educacionais com as
crianças, preparação de alimentos, e limpeza de alimentos. Isto ignora
as tradicionais ocupações masculinas, tais como praticar desporto com
as crianças, jardinar, tratar da manutenção do carro, bricolage,
o que toma ao homem muito tempo de trabalho. Mas as feministas não incluem
isto nas suas listas. Talvez porque ficam com menos para se agarrarem;
O relatório de Warren Farrell (1993) refere dois estudos americanos
que mostram que os homens fazem mais trabalho que as mulheres, se incluirmos
trabalho doméstico, tempo de transportes, pequenas reparações, trabalho
no jardim, etc..
As feministas também ignoram que os maridos são mais solicitados a trabalharem
para além do horário normal, ou trazendo trabalho para casa ou permanecendo
fisicamente no local de trabalho. E como mais homens do que mulheres
ocupam posições mais elevadas isto aplica-se mais aos homens. Note-se
que uma das razões porque os homens ocupam posições mais elevadas é
precisamente porque os homens trabalham significativamente mais que
as mulheres.
Andolsen está consciente disto, mas como resposta propõe que os empregadores
deixem de exigir aos seus ambiciosos empregados que trabalhem até mais
tarde! Como a escritora feminista Ellie McGarth referiu, “a solução
não é excluir as mulheres de empregos importantes, mas redefinir as
nossas expectativas para toda a gente” (revista savvy, Junho
de 1989, página 40). Isto não só é irrealista, como mostra que as feministas
aumentaram a noção de partilha de trabalho doméstico a um ponto ideal
para servir os seus propósitos, e não por uma questão étnica ou de equidade.
Um imposto de estrogéneos?
Numa emergência que envolva perigo (quer seja local e pessoal, civil ou
militar), são os homens, não as mulheres, que as feministas esperam
que corram riscos. (Pessoalmente, sinto que alguma preguiça que os homens
mostrem em casa é uma troca justa pelo perigo que a sociedade nos pode
chamar a correr.)
Mas qual a realidade desse risco? Como podemos quantificá-lo? O problema
é actuarial por natureza, do género dos que as companhias de seguros
estão habituadas a fazer. Estas companhias calculam os seus prémios
com base em cálculos estatísticos sobre a probabilidade de ocorrência
de um acontecimento contra o qual elas estão a fazer o seguro. Incluem
ainda uma margem de lucro. Neste contexto, se representarmos a família
como uma unidade sócio-económica, então, todos os outros factores ficam
iguais, a razão porque os prémios de seguro são mais altos para os homens
que para as mulheres é porque os homens correm mais riscos ao longo
da vida, porque o estado despende menos dinheiro no estudo, publicidade,
prevenção e tratamento da saúde dos homens, e porque os homens não são
incentivados a cuidarem da sua própria saúde tão bem como as mulheres.
Assim, os homens dão protecção numa base não-lucrativa. Podemos até ignorar
a questão do chefe de família, neste caso. Os homens dão protecção contra
potenciais assaltantes, violadores, etc., e fazem-no apenas com a sua
presença física. Actualmente, por vezes têm que confrontar estes criminosos,
mas frequentemente os criminosos evitam entrar numa casa porque reside
lá um homem. Os homens são também sujeitos a serem recrutados em tempo
de guerra para defender os objectivos militares de toda a nação.
A resposta feminista habitual para isto é que é um problema dos homens,
mas elas precisam de protecção contra agressores masculinos. Assim,
os homens deveriam ser sujeitos a um “imposto de testosterona” para
ajudar a pagar as despesas extra que os homens impõem à sociedade (June
Stephenson, Men are not cost-effective). No entanto, não há evidência
de que as mulheres, num país específico em tempo de guerra, sejam mais
pacifistas que os homens, e não há evidência que as chefes mulheres
sejam mais pacifistas que os chefes homens, isto porque os porque os
chefes que têm tomar decisões sobre a guerra são normalmente homens,
as feministas sentam-se na retaguarda e dizem que estas decisões não
têm nada a ver com as mulheres. Do mesmo modo, declaram que os homens
têm maior propensão a cometer crimes que as mulheres, mas há medida
que mais mulheres se tornam assalariadas a taxa de criminalidade para
as mulheres sobe.
Em vez de um “imposto de testosterona”, é argumentável a necessidade
de um “imposto de estrogéneos” porque as mulheres vivem mais e por isso
usam mais os dinheiro do erário público em despesas de saúde e benefícios
de reforma. Recebem ainda mais dinheiro de ajudas legais e benefícios
quando são mães sozinhas. E, em países em que este é permitido, é aos
fundos do estado que vão buscar dinheiro para o aborto. As mulheres
despendem também uma maior parte do Produto Interno Bruto dos países
ocidentais, visto que uma proporção significativa é gasta em publicidade,
burocracia, sistema educacional, e legislação dedicada a promover e
implementar agendas feministas e suprimir os direitos dos homens e dos
pais. As mulheres nunca são recrutadas para a linha da frente em tempo
de guerra, então deveriam pagar um imposto por esta insenção.
Deverá ser perfeitamente possível quantificar estes riscos para o homem,
e quantificar o valor do trabalho doméstico, e basear os impostos a
pagar em ajuda no lar. Nesta base, deverá ser possível quantificar o
muito ou o pouco trabalho doméstico que um homem adulto médio deverá
equitativamente fazer. Se a mulher não tiver um emprego fora de casa,
então quem faz a maioria do trabalho doméstico não deverá constituir
problema. Mas o feminismo incutiu a ideia de que é melhor ter um emprego
fora de casa do que ter uma ocupação em casa a cuidar das próprias crianças.
Visto que estão a trabalhar, as mulheres não vêm porque devem fazer
a maioria do trabalho doméstico, tendo assim uma boa razão. Por outro
lado, pode ser que o marido prefira que ela fique em casa a fazer o
trabalho doméstico e cuidar das crianças. Porquê deverá ele suportar
a carga extra criada por uma decisão materialista e egoísta da sua esposa?
As relações próximas, por exemplo as conjugais, funcionam melhor quando
são baseadas na complementaridade em vez da competição. Um casamento
de duas pessoas de personalidade semelhante não funciona tão bem como
um em que estas pessoas se complementam simultaneamente. Tal como nos
papeis. O melhor da velha filosofia de que “o melhor lugar da mulher
é em casa” era as esposas terem papeis distintos, bem definidos e complementares
no sistema sócio-económico familiar. Se ambos trabalharem, então são
em parte competidores. Claro que a complementaridade também resulta
se a esposa trabalha e o homem for o dono-de-casa, mas poucas mulheres
deverão estar interessadas nesta configuração.
Ter o seu próprio emprego, faz com que a mulher seja mais propensa a
sentir que pode abandonar o marido, e então todas as relações caminham
para uma situação de tensão. O clima social e legal ajuda a determinar
quanto é que um casal está disposto a suportar até se separar ou divorciar.
E as feministas têm observado que as mulheres mais do que nunca estão
apostadas a romper a família.
Recrutamento e serviço militar
– O silêncio feminista
Recrutamento e serviço militar são áreas onde as mulheres têm tido sempre
vantagem em relação ao homem, e as feministas nunca se mostraram interessadas
em falar nelas! Mas estão a trabalhar arduamente para poderem dar às
mulheres a possibilidade de carreira militar sem que sejam sujeitas
ao serviço militar obrigatório. Em nenhuma outra área o duplo critério
das feministas é mais evidente. Farrell (1993) comenta este assunto
do serviço militar em termos gráficos:
Imagine:
A música está a tocar no rádio do seu carro. Subitamente o locutor
interrompe: “Temos uma informação especial do presidente.” ... O presidente
anuncia, “visto que 1,2 milhões de americanos foram mortos na guerra,
como parte do programa para a igualdade, passamos a recrutar apenas
mulheres até que 1,2 milhões de americanas tenham morrido na guerra
(página 28).
As guerras têm implicado sempre baixas entre civis, mas a maioria das
baixas são militares e a maioria dos militares são homens. Deste modo
penso que vale a pena transformar o cenário imaginário de Farrell numa
proposta política. Pelo menos isto exporia a hipocrisia das feministas
e o seu desinteresse na efectiva igualdade.
No mínimo, os masculinistas deverão apelar a que o recrutamento de mulheres
como tropas da linha da frente deverá ser feita exactamente com o mesmo
critério dos homens, quer se esteja em guerra ou em paz. Até porque
o crescente uso de tecnologia militar reduziu a importância da superioridade
física ou das características hormonais. No entanto, isto é mais uma
questão moral do que prática, e o argumento para o recrutamento obrigatório
de mulheres acaba por ser mais forte na ausência de tecnologia militar
sofisticada.
À parte argumentos morais e políticos, os masculinistas tradicionais
continuam a preferir a divisão tradicional das tarefas: apenas os homens
deverão ser sujeitos a recrutamento militar, mas devem receber tratamento
especial quando voltam. O estatuto legal de cabeça de casal, por exemplo.
Isto pode até ser usado como argumento para revogar o direito de voto
das mulheres: porque deverão as mulheres eleger governantes que podem
declarar a guerra quando elas não partilham igualmente os perigos que
a guerra envolve?
Algumas feministas defendem a abertura do recrutamento de mulheres em
regime de voluntariado. No entanto, as feministas não gostam da ideia
de obrigar mulheres a cumprir este tipo de tarefas desagradáveis e perigosas.
É claro, muitos homens também se opõem à ideia, mas as feministas que
se refugiam nesta ideia são hipócritas. Muitas feministas pretendem
que as guerras são “jogos de homens” o que constitui uma grande mentira.
A maioria das guerras têm tido tanto apoio das mulheres como dos homens
das populações envolvidas. Quantas feministas se levantaram e disseram
que a Inglaterra não se deveria defender contra Hitler, por exemplo?
Li uma vez que uma mãe alemã adorava tanto Hitler que disse que, se
Hitler era realmente homossexual, ela deveria enviar o seu filho para
dormir com ele! Em 1999 o Primeiro Ministro do Sri Lanka foi uma mulher,
e nesse ano uma mulher bomba suicida fez-se explodir num atentado para
a matar! Em que medida é que isto é um “jogo de homens”?
As feministas dizem também que devemos concentrar esforços na prevenção
da guerra porque um mundo sem guerra não têm necessidade de recrutamento
militar. É verdade, mas não faz com que elas deixem de reclamar que
as mulheres devem poder ser voluntárias para o serviço militar. Além
disso, há uma contradição entre isto e linha seguida pelas feministas
sobre o aborto. Sobre o aborto, nunca se ouviu as feministas dizerem
que se opõem ao aborto porque estão a concentrar esforços na prevenção
de gravidezes indesejadas!
Toda a gente concorda que a guerra e as gravidez indesejada são más
e deverão ser evitadas. Mas no caso da guerra, as feministas dizem que
podem evitar o mal e ignoram a questão do recrutamento, enquanto no
caso da gravidez indesejada, preocupam-se em remover o inconveniente
para a mulher, mesmo com o custo de uma vida humana!
Mas este não é o único contexto em que elas sofrem de falta de sentido
de proporcionalidade: O Men’s Manifesto (de Richard Doyle, Associação
de Defesa dos homens, 1992) refere que as feministas fizeram uma grande
pressão para a erecção de uma estátua à “mulher combatente” no Memorial
da Guerra do Vietname nos Estados Unidos. Isto pretendia homenagear
especialmente e separadamente as oito americanas que morreram na guerra.
Este memorial deveria assim ser partilhado com o já existente em homenagem
aos 58000 americanos que morreram no Vietname. Esta falta completa de
compaixão, gratidão e sentido de proporcionalidade é absolutamente típica
das feministas.
Outras questões de emprego
No início deste capítulo, mencionámos modelos e tenistas profissionais.
Como Thomas (Not Guilty: In Defence of the Modern Man, London,
Weidenfeld and Nicholson, 1993) referiu, é bastante esclarecedor comparar
a situação profissional das tenistas com a das modelos profissionais.
Os honorários para os modelos masculinos são muito mais baixos que os
pagos aos modelos femininos, visto que os homens constituem em geral
um mercado mais pequeno para os cosméticos e roupas de moda do que as
mulheres.
Nesta área, ao contrário das tenistas profissionais, a situação económica
determina os honorários dos profissionais masculinos e femininos. No
ténis, como vemos, as feministas exercem uma pressão política tal que
as tenistas profissionais de topo recebem 90% dos seus colegas masculinos.
Vemos também como as tenistas se esforçam menos dólar-a-dólar, libra-a-libra
que os tenistas, e como as tenistas geram muito menos receitas que os
tenistas profissionais masculinos. No modelismo, no entanto, as mulheres
geram muito mais receitas que os homens, mas são pagas proporcionalmente.
Onde está, então, a exigência de igualdade?
Enquanto modelos femininas atingem ganhos anuais da ordem dos milhões
de dólares, os modelos masculinos do topo atingem as meras dezenas de
milhares, isto é, um centésimo dos valores femininos! Há uma desigualdade
óbvia desta situação. Os homens devem exigir que os modelos masculinos
também recebam 90% do que recebem as modelos femininas, ou então as
tenistas profissionais passam a ganhar aquilo que valem em termos económicos.
As diferenças entre os sexos
Um dos temas centrais de Tiger (1984) é que “as diferenças entre homens
e mulheres, como grupos, não se restringem somente às diferenças físicas
discerníveis e às relacionadas funções reprodutivas”. Vejamos, como
exemplo, as hormonas. São diferentes e afectam o nosso humor e emoções
de modo diferente. Apesar de as hormonas serem “físicas” o humor e as
emoções não o são.
Assim que uma feminista admita que homens e mulheres são psicologicamente
diferentes (se apenas devido às hormonas), torna-se muito difícil negar
outras diferenças psicológicas entre mulheres e homens. Estas diferenças
psicológicas são o que torna a “igualdade” (no sentido de tratamento
igual) difícil de suportar na teoria ou de atingir na prática. De facto,
qualquer sociedade que tente implementar o tipo de mudanças sociais
pretendidas pelas feministas arrisca-se a colapsar sob o efeito da tensão
social que se instala e que cresce de forma descontrolada:
Parece
inevitável que uma consequência disto é a generalização do atraso no
casamento, atraso da paternidade, se esta ocorrer, e por consequência,
famílias mais pequenas. Como sabemos que filhos de pequenas famílias,
têm eles próprios, famílias pequenas ou mesmo mais pequenas, parece
que entramos em ciclo vicioso. Paralelamente, aumentaram o número de
homens e mulheres não casados ..., e presumidamente, a isto se deve
o declínio profundo na taxa de nascimento nas economias industriais
(Tiger 1984, Prefácio).
Um dos aspectos mais notáveis dos guetos de negros das cidades americanas
é a sua alta proporção de mães com muitos filhos. É muito vulgar que
as mães solteiras tenham problemas para controlar os seus filhos adolescentes.
As pessoas dos guetos têm os níveis educacionais mais baixos, a maior
pobreza, a maior criminalidade, a maior toxicodependência, o maior desrespeito
pela polícia e autoridades em geral, assim como uma maior tendência
à desordem. O feminismo, por si só, não é o responsável pelo declínio
das famílias biparentais, mas têm uma boa quota de responsabilidade.
Queremos ou não crianças na nossa sociedade? Esta é a questão. Se o nosso
objectivo principal for materialista, então as crianças devem ficam
para segundo plano. Neste contexto, faz sentido para as mulheres não
casarem e atrasarem a maternidade, para que ambos possam trabalhar.
No entanto, se o nosso objectivo social principal for a renovação das
gerações num ambiente seguro, os pais têm que sacrificar os seus desejos
materialistas. A menos que existam famílias alargadas ou organizações
comunitárias para cuidar das crianças, um dos pais (normalmente a mãe)
tem que ficar em casa, e temos que restaurar o estatuto de dona-de-casa
como ocupação de alto nível. Temos que estigmatizar socialmente o divórcio,
o pai tem que ser legalmente responsável pelo cuidado da companheira
e das crianças.
Conclusão
Há áreas de emprego em que as mulheres adquiriram uma vantagem injusta
sobre os homens. Há outras áreas em que as mulheres estavam já em vantagem,
e onde as feministas aumentaram e pioraram o estado de desigualdade.
A igualdade precisa de ser restaurada no local de trabalho ou os homens
sofrerão sérios danos morais. Além disto, a eficiência dos locais de
trabalho declinará se continuarmos a discriminar os homens com leis
e regulamentas feministas.